Gírias dos Anos 80

quinta-feira, 30 de setembro de 2010


GÍRIAS DOS ANOS 80



Você lembra das gírias dos anos 80?

"Ô mina! Você mal acordou e já está de bode? Não entre nesta deprê! Trate de colocar seu fio dental, aproveite que a praia não tá crowd, deixe o pacote econômico e as patrulhas ideológicas de lado e detone os malas de sua vida. Bateu fome? Prepare um rango chocante para não perder as forças nem viajar na maionese. Você vai ver que brega é deixar algum mala estragar o seu dia. A dica é simples: deixa rolar! Passa um boka loka, capricha no new wave... Você vai arrebentar a boca do balão!"

Se você é da década de 80, é bem provável que tenha reconhecido várias das 15 gírias do texto acima. Aliás, este bem que poderia ser um diálogo antigo entre você e uma amiga, não é?

Veja se voce lembra dessas também...

Arrasar = Fazer sucesso
Azarar = Paquerar
Baba-Ovo = Puxa saco
Caroço = Pessoa chata, enjoada
Chaveco = Paquera
Chocante = Muito bom
Dar um tapa = Fumar maconha
Deprê = Estado de desânimo
Detonar = Livrar-se de algo
É ruim, heim! = servia para negativa extrema em várias situações. Ex: "Tô fora"
É Rodi = É ruim
Esperto = Bacana, bom
Extrapolar = Exceder-se, dar vexame
Fera = Sujeito habilidoso em alguma coisa
Ficar = Dar uns beijinhos em alguém por 1 noite
Fominha = Sujeito que não passa a bola no futebol
Hiper, Super = Melhor ainda
Mala = Pessoa chata
Maneiro = Algo bacana
Mintchura = Mentira (devido a musica de Neusinha Brizola)
Normal = Está tudo em ordem
Numa Nice = Numa boa
Pagar Mico = Dar vexame
Pentelho =Variação para mala, cara chato
Que Choque = Que legal
Rolar = Empregado para diversas situações. Normalmente substituia o "acontecer"
Rolo = Ficar varias vezes
Tá Crowd = Tá lotado
Tá Maus = Situação ruim
Tomou Doril = Sumiu
Viajar na Maionese = Delirar, falar coisas absurdas
Zura = Pão duro
Carango = Carro, automóvel
Careta = Antiquado, fora de moda
Baranga = Mulher feia.
Morô? = Entendeu?; está claro?
Pistoleira = Mulher interesseira, que casa por dinheiro
Rolê = Passeio, volta
Virar Casaca = trocar de lado, trocar de sexo, trocar de time etc
Bode = Mau humor
Massa = Bom, ótimo, legal

Se você lembrar de alguma gíria, escreva nos comentários!

Bjks,
Ly


GIF Groupon BR 468x60
► Leia mais...

A Diva Cyndi

quarta-feira, 29 de setembro de 2010


Cynthia Ann Stephanie Lauper mais conhecida como Cyndi Lauper é minha diva, vencedora do Grammy, compositora, e atriz vencedora do Emmy. Conseguiu o sucesso no meados dos anos 80 com o lançamento do álbum She's So Unusual e transformou-se na primeira mulher do mundo a ter cinco singles de um mesmo álbum na Billboard, a parada mais importante do mundo.

Cyndi Lauper gravou seu primeiro álbum 1980 ao lado da Banda Blue Angel, que logo se desfez. Em 1983 foi lançado seu primeiro álbum solo, She's So Unusual, que viria a lhe dar notoriedade em todo o mundo. O álbum vendeu 300 mil cópias no Brasil e 16 milhões no resto do mundo em 1984. O primeiro single, "Girls Just Wanna Have Fun", atingiu o topo das paradas chegando a se tornar um hino da geração MTV. Contudo, foi com o segundo single, "Time After Time", que Cyndi Lauper atingiu o primeiro lugar nos mais diversos países. Logo depois vieram "She Bop", , "All Through The Night" e "Money Changes Everything". Ela passou a ser conhecida no mundo inteiro, seus clipes eram exibidos com exaustão na MTV, suas músicas no rádio, enquanto seu estilo nada convencional "unusual" era copiado por adolescentes da época. Todo esse sucesso lhe rendeu o Grammy de 1984, na categoria "melhor cantora revelação". Foi a primeira cantora do mundo a emplacar 5 hits na parada da Billboard.

Cyndi participou em 1985 do filme "Os Goonies". A trilha sonora do filme traz duas canções dela: "The Goonies 'r' Good Enough" e "What a Thrill". A primeira canção saiu em single e logo se tornou um hit. Nesse mesmo ano, ela foi convidada para participar do projeto USA for Africa, liderado por Michael Jackson, onde vários artistas se reuniram e gravaram a música We are the world, no contexto de arrecadação de fundos para ajudar as crianças carentes da África.

No ano seguinte, 1986, Cyndi lançou seu segundo álbum, True Colors. Um sucesso de vendas, o disco vendeu 12 milhões de cópias em todo o mundo em 1987, sendo 3 milhões nos Estados Unidos e quase 1 milhão de cópias no Japão. A música título do álbum atingiu o #1 em diversos países; no Brasil, o álbum chegou a vender mais de 250 mil cópias, rendendo a Cyndi seu segundo disco de platina no país. Deste álbum foram lançados como singles as faixas "True Colors", "Change Of Heart", "What's Going On", "Boy Blue" e "Maybe He'll Know". Cyndi saiu em turnê com a True Colors World Tour, e em 1987 lançou o vídeo "Cyndi Lauper in Paris", com um "show" gravado na França. Em 1988 Cyndi estreou no cinema com o filme "Vibes", por ela protagonizado, mas sem sucesso de crítica e público. A música "Hole in My Heart", gravada no mesmo ano e lançada como single, faz parte da trilha sonora do filme.

Em 1989 saiu o terceiro álbum de Cyndi, A Night To Remember. O primeiro single, "I Drove All Night", logo tornou-se um sucesso. My First Night Without You e Unconditional Love foram os outros sucessos do disco. Os singles seguintes: "A Night To Remember" e "Heading West" não emplacaram, e os números de vendagem do álbum foram elevados, vendendo 9 milhões de cópias no mundo.





Cyndi Lauper

Cyndi Lauper

Cyndi Lauper









► Leia mais...

Dire Straits




No final da década de 70, o punk era o movimento musical dominante. O caos, a subversividade e a rebeldia que exalavam de bandas como Sex Pistols, Ramones, The Stooges, entre outras, faziam a alegria dos jovens revoltosos da época. Correndo na contramão desta tendência surgiu o Dire Straits, uma banda "comportada", que ao contrário dos grupos punks, se preocupava em compor melodias harmônicas, arranjos sofisticados e letras densas.

O começo do Dire Straits aconteceu na longínqua Glasgow, na Escócia, onde nasceram Mark (1949) e seu irmão, David Knopfler (1951). Quando Mark completou 7 anos, sua família mudou-se para Newcastle, Inglaterra, e lá os irmãos começaram a estudar guitarra.

Mark formou-se em jornalismo e paralelamente aos estudos, tentou iniciar sua carreira musical, mas não obteve êxito. Virou repórter e crítico musical do jornal Yorkshire Evening Post e em 1973 tocou na banda Brewer's Droop, que chegou a gravar um disco.

Seu irmão, que estava em Londres e trabalhava como funcionário público, o convidou para ir morar lá. David dividia um apartamento com o estudante de sociologia John Illsley, que era baixista nas horas vagas. Mark virou professor de inglês no Loughton College e junto de David e John, começou a tocar em pubs.

Para uma das apresentações, Mark convida o baterista Pick Withers, amigo com quem tocou no Brewer's Droop. A nova banda é nomeada de Cafe Racers e eles estreiam ironicamente em um festival de música punk. Um amigo do baterista Withers, ao ver o show do grupo que ocorreu em situação calamitosa, sugere que este adote o nome de Dire Straits, que é uma expressão inglesa que se refere a quem está passando por problemas financeiros, algo como "falidos".

Com formação e nome definido, o quarteto grava a muito custo uma demo, que contava com a canção 'Sultans of Swing' e enviam-na ao DJ Charlie Gillet. Executada no Honky Tonk Show de Gillet, a demo é ouvida por John Stainze, o então diretor da Phonogram, que arruma ao grupo um contrato com o selo Vertigo. Neste mesmo período Ed Bicknell virou empresário do grupo e em pouco tempo o Dire Straits, por intermédio do novo empresário, começou a abrir shows para a banda Talking Heads.

Em 1978 gravam o primeiro disco, auto-intitulado. Rapidamente ocorre a primeira turnê, na Europa, e a música 'Sultans of Swing', principal do álbum, vai ganhando destaque nos Estados Unidos. Alcança o primeiro lugar no top australiano e entra no top 10 europeu e americano.  

No ano seguinte fazem a primeira turnê nos Estados Unidos e durante a passagem pela cidade de Los Angeles, Mark Knopfler e Pick Withers tocam à contive no álbum Slow Train Coming, de Bob Dylan. No fim deste ano é lançado Communiqué, segundo trabalho da banda. O disco chega em 5º lugar na parada inglesa e 11º na americana.

A banda se retira dos palcos por seis meses mas já retornam lançando mais um álbum, Making Movies (1980), que traz os hits 'Tunnel of Love' e 'Romeo and Juliet'. No entanto, ocorreram durante a conclusão das gravações desavenças entre os irmãos David e Mark e o primeiro, buscando mais espaço para seu trabalho, parte em carreira solo e é substituido por Hal Lindes. Ao mesmo tempo entra também na banda o tecladista Alan Clark e com a formação nova o DS sai em nova turnê.

Passam-se dois anos e o DS lança material inédito, Love Over Gold, disco absolutamente díspare dos anteriores. O álbum segue a linha progressiva e conta com apenas 5 (longas) músicas. A segunda faixa, 'Private Investigation,' se torna o grande sucesso do álbum, chegando a primeiro lugar no top de mais de dez países.


Logo após a finalização de Love Over Gold, Mark Knopfler produz Private Dancer, de Tina Turner, fazendo com que a cantora, que estava no ostracismo, retome seu sucesso. Paralelo a isso, Pick Withers, um dos alicerces do DS resolve abandonar o grupo para se dedicar a sua família e para não sair de vez do mundo musical monta uma banda de jazz. Em seu lugar entra o baterista Terry Willians.

Em 1983, Mark Knopfler grava a trilha do filme Local Hero. Prosseguem  com a turnê de Love Over Gold, que é arrasadora. Passam pela Europa, Japão e Nova Zelândia, onde tocam para 62.000 pessoas, recorde de público do país. Já em 84, o DS lança o disco duplo Alchemy: Dire Straits Live, primeiro trabalho ao vivo da banda.

E é neste mesmo ano de 1984 que se inicia a gravação do que viria a ser o maior sucesso comercial da banda: Brothers in Arms, lançado em 1985. Durante as gravações deste álbum, Hal Lindes, substituto de David Knopfler abandona o DS, dando lugar a Jack Sonni.

As faixas 'Brothers in Arms', 'So Far Away', 'Money for Nothing' e 'Your Latest Trick' são alguns dos hits que garantiram ao DS o primeiro lugar nos Estados Unidos, Europa e aqui no Brasil. Este álbum tornou-se referência pois foi um dos primeiros na história musical a ser gravado em sua totalidade digitalmente, sendo o DS um dos principais responsáveis pela substituição dos LPs pelos CDs.

A turnê de Brothers in Arms foi estrondosa. O ápice dela ocorreu no Reino Unido, em dezembro de 1985, quando se apresentaram 23 dias seguidos. Antes, porém, no meio do ano o DS fez um show no mega concerto beneficente Live Aid, visto por mais de um bilhãos de expectadores. O grupo ainda consegue destaque com o clipe da música 'Money for Nothing', executado em dezenas de países semanas a fio.



O DS novamente dá uma paralisada nas turnês e os integrantes se dedicam a projetos próprios, à familia e ao lazer. Mark Knopfler, participando de uma corrida de automobilismo na Austrália se acidenta, ficando recluso alguns meses em sua casa. Aproveita a recuperação grava outra trilha sonora, Last Exit to Brooklin (1989). Recuperado, MK acompanha Eric Clapton em sua turnê.

Como Mark, Guy Fletcher também trabalhou em projetos próprios. Primeiro, ajudou MK na composição de Last Exit to Brooklin e logo em seguida lança seu segundo trabalho solo, Glass (1989).

Money for Nothing, coletânea lançada em 88, coloca novamente o Dire Straits no primeiro lugar em vendas nos Estados Unidos e Reino Unido.

Em 1990, MK e Fletcher continuam com projetos a parte do Dire Straits. Os dois montam a banda The Notting Hillbillies. Com as atividades do DS paradas e com esta nova banda, surge na mídia os primeiros rumores sobre a dissolvição definitiva do grupo.

No entando, MK decide retornar ao DS e o grupo se apresenta ao lado de Eric Clapton e Elton John em um festival beneficente. Já em 91, é lançado o sexto álbum de estúdio, On Every Street, com produção da própria banda. Em pouco tempo, já estão em turnê mundial.

E mais uma vez, após o encerramento da turnê em 1993, a banda dá um tempo em suas atividades. Para minimizar o impacto perante o público com mais essa paralização, sai o disco ao vivo On the Night (93), que conta com os maiores sucessos do DS.

Novamente os integrantes do Dire Straits partem para projetos individuais, sejam eles musicais ou não. MK e Fletcher não afirmavam e nem desafirmavam os boatos sobre o  fim definitivo do grupo.

A rede televisiva BBC produziu, sem participação dos membros do DS o disco Live at the BBC, em 1995. Este foi o último disco, a salvo as compilações, do Dire Straits. No ano seguinte MK lança, depois de adiar várias vezes por não estar satisfeito com os resultados, seu primeiro disco solo, Golden Heart (1996).

Novamente surgem boatos sobre o fim do Dire Straits. MK, o integrante mais ativo do DS, continua participando de shows ao lado de Bob Dylan e Eric Clapton, reúne novamente a banda Notting Hillbillies e produz músicas para seus próximos trabalhos solos.

A coletânea Sultans of Swing, de 1998, foi o último trabalho antes do fim do contrato com a gravadora. Mesmo sem um comunicado oficial e devido a claras divergências e desentendimentos entre os músicos, gravadora e empresário, as atividades do Dire Straits estão encerradas. Esporadicamente, o DS se encontrou para uma apresentação ou outra, mas sem a esperada retomanda do grupo. Em 2001 MK fez cinco shows no Brasil, relembrando um pouco a fase áurea de sua antiga banda.

O Dire Straits conseguiu grande respeitabilidade no cenário musical. Batendo de frente com a rebeldia punk, conseguiram espaço fazendo uma música rebuscada, elabaroda, diferente do que se via na época de seu surgimento. O mérito do DS foi o de, entre brigas e acertos, deixar uma excelente discografia que prevaleceu sobre os problemas que a banda enfrentou.

Por Leonardo Cássio


Money for Nothing


Sultans of Swing


So far Away
► Leia mais...

Por onde andam as musas dos anos 80?

segunda-feira, 27 de setembro de 2010


Veja o que aconteceu com as belas Kelly Lebrock, Bo Derek, Jennifer Beals e Molly Ringwald
Na ordem: Molly Ringwald, Bo Derek, Jennifer Beals e Kelly Lebrock: o antes e depois das musas do cinema nos anos 80

Com rostinhos inocentes ou corpos perfeitos, elas já foram símbolos sexuais nos anos 80. Tiveram um grande boom em filmes clássicos exibidos nesta época, mas depois amargaram o ostracismo, total ou parcial. Confira por onde andam as musas Kelly Lebrock, Bo Derek, Jennifer Beals e Molly Ringwald.

 Kelly Lebrock
Musa de filmes como "A dama de vermelho" e "A mulher nota 1000", não se pode dizer que o tempo fez bem a Kelly Lebrock. Aos 48 anos, a atriz chama atenção pelo preenchimento dos lábios (que tenta reproduzir seu ponto forte na juventude) e silicone nos seios. Casada por quase dez anos com o ator Steven Seagal, com quem atuou em "Difícil de matar" (1990), a atriz não repetiu nos anos 90 os sucessos como musa dos 80. Em 2007, participou de alguns episódios do reality show "Hell's Kitchen", onde se declarou fã de comida orgânica - o que não a ajudou a manter em forma, pois Kelly está bastante acima do peso.

Bo Derek
Se Kelly Lebrock é a mulher nota 1000, Bo Derek bombou no fim dos anos 70 como “Mulher nota 10”. Bombou como símbolo sexual, vale ressaltar, pois sua performance como atriz recebeu, ao logo da carreira, vários troféus “Framboesa de Ouro”, concedidos aos piores atores. Após atuar em “Orca, a baleia assassina” (1977), recusou o papel da personagem principal em "King Kong" (1976), que ficou com Jessica Lange. Fez filmes de apelo sexual com nomes curiosos no Brasil, como “Fantasmas não transam” e “Amantes em família”. Nos anos 2000, participou por quatro anos da série “Sétimo Céu” ("7th Heaven"). Está hoje com 52 anos.

Jennifer Beals
Até virar a namoradinha da América em “Flashdance” (1983), Jennifer Beals ralou muito como babysitter. Mas nem depois do filme sua carreira de atriz deslanchou. Não com o mesmo sucesso, pelo menos. Perdeu para Gillian Anderson o papel da agente Scully em “Arquivo X”, mesmo com a indicação do amigo David Duchovny. Jennifer atuou, sem destaque, em filmes como “O Diabo Veste Azul” (1995), com Denzel Washington, “O Grito 2” (2006), com Sarah Michelle Gellar e “O Júri” (2003), com John Cusack. Hoje interpreta uma lésbica na série “The L World”. Aos 45 anos, está mais bonita do que quando jovem.

Molly Ringwald
Conhecida por seu papel em “A Garota de Rosa-Schocking” (1986), Molly Ringwald é a mais nova das atrizes citadas aqui: completou 40 anos em fevereiro. Foi musa adolescente por conta de seus papéis em “Gatinhas e Gatões” (1984) e “Clube dos 5” (1985). Mas em sua lista de filmes de sucesso, podemos citar aqueles que ela se negou a fazer ou perdeu o papel para alguém: foi cotada para “Ghost”, mas o papel ficou com Demi Moore; perdeu “Uma Linda Mulher” para Julia Roberts; negou a personagem Sandy, em “Veludo Azul”, de David Lynch, porque sua mãe não teria gostado do roteiro. O papel acabou com Laura Dern e foi um grande sucesso. Molly, no entanto, recebeu uma homenagem em “Não é mais um besteirol americano” (2002). A atriz tem uma personagem no filme, que recria cenas de clássicos dos anos 80.


Bjks, Ly


► Leia mais...

Carros dos anos 80

domingo, 26 de setembro de 2010


No setor automotivo, a décadas de 80 foi marcada pelos lançamentos do Gol, Voyage, Parati, Saveiro, Santana e Quantum pela VW; Del Rey, Pampa e Escort pela Ford; Spazio, Oggi, Panorama, Uno, Prêmio, Elba e Fiorino pela Fiat; Marajó, Monza, Chevy 500, Kadett e Ipanema pela GM. Já no modelo esportivo, destaque para o Passat GTS Pointer, Escort XR3, Monza SR, Uno 1.5R, Kadett GS, Gol GT/GTS e o primeiríssimo carro nacional com injeção eletrônica, o Gol GTI, lançado em 1989.

Gol


 Fiat Elba

Del Rey


Escort
 
 
Ipanema

Kadett

Saveiro
 
 Fiat Oggi

Monza

Fiat Panorama

Marajó

Quantum


Fiat Elba

Voyage



E o meu sonho de consumo de adolescência:

Escort XR3 conversível vermelho
(com esse eu sonhava meeeesmo)

Bjks,
Ly



Curso de Violão Popular
► Leia mais...

Jonny Quest

sábado, 25 de setembro de 2010




Sinopse:

Este era um desenho direcionado para um público mais adulto e tratava das aventuras do brilhante cientista Benton Quest que morava numa ilha no Oceano Pacífico e viajava pelo mundo sempre envolvido em algum projeto governamental dos Estados Unidos. Em suas missões o Dr.Benton era acompanhado por seu filho Jonny, um garoto pré-adolescente muito esperto, e também por Roger "Race" Bannon, que era um ex-agente do serviço secreto e foi designado para proteger Jonny e o Dr.Benton em suas aventuras. O animal de estimação da família era o cachorro Bandit que com sua curiosidade às vezes metia o grupo todo em encrencas.

Em um dos episódios, "Aventura em Calcutá", um pequeno indiano chamado Hadji é adotado pelo grupo após salvar a vida do Dr.Benton de terríveis vilões e assim passa a acompanhar as aventuras de Jonny, tornando-se seu melhor amigo.


Este desenho foi produzido pelos estúdios Hanna-Barbera em 1964 mas passava no Brasil nos anos 70 e 80 e cada um dos 26 episódios tinha meia Tema de Johnny Questhora de duração que mostrava intensas aventuras misturadas a um clima de ficção científica e capacidade tecnológica, sem contar a sutil referência à guerra fria e a ameaça comunista.

Você sabia:

* Que o maior inimigo do Dr.Benton era um cientista oriental chamado Dr.Zin que, numa referência à guerra fria, trabalhava para as potências concorrentes dos Estados Unidos;

* Que Race tinha um caso com uma agente secreta chamada Jade;

* Que o nome Jonny do desenho não tem a letra "H" (Johnny) !


Abertura de 1987


Bjks,

Ly
► Leia mais...

Ok, reconheço...

sexta-feira, 24 de setembro de 2010


 Também tínhamos coisas bizarras. 




Misericórdia!!! Sou muito fã dos anos 80 (se não fosse não teria um blog com esse tema). Mas, não dá pra negar...Ahahah, quanta bizarrice.

kkkk

Bjks, Ly




 





GIF Groupon BR 468x60
► Leia mais...

Leiam a plaquinha da Cuca

quinta-feira, 23 de setembro de 2010




É incrível como o significado das palavras e expressões mudam através dos anos. 

Imagina uma frase dessa numa revista infantil de hoje... kkkkkkkkkk 

Em tempo: essa é a edição nº 1 da Revista do Sítio. 

Bjks,
Ly
Recadinho do Fred >>
► Leia mais...

10 coisas que você deve aprender com Harry & Sally

quarta-feira, 22 de setembro de 2010


Harry & Sally - Feitos Um para o Outro, a clássica comédia de 1989 dirigida por Rob Reiner e estrelada por Billy Crystal e Meg Ryan, foi baseado nas experiências amorosas frustradas de Reiner, Crystal e Nora Ephron (que assinou o roteiro e depois dirigiria Mensagem para Você e A Feiticeira). Se você não assistiu ainda, está perdendo um dos melhores filmes já produzidos sobre relação homem-mulher. Aqui listamos dez principais lições que podem ser tiradas de seu roteiro brilhante, mas acredite, existem muito mais.

1. A primeira impressão não é a que fica


Nos dois primeiros encontros dos personagens principais, eles se odeiam. Harry é machista e Sally é fresca demais. Depois se tornam grandes amigos. Assim, não tire conclusões precipitadas quando conhecer essa ou aquela pessoa. Quem sabe com o tempo, vocês não farão um grande casal?

2. Existem dois tipos de mulher: alta manutenção e baixa manutenção

As mulheres de alta manutenção são aquelas que querem tudo do jeito delas, alteram pratos no restaurante e acham que estão sempre certas. Obviamente que transmitem aquele sentimento de ser a última bolacha do pacote, mas o grande problema mesmo é que nós, homens, não resistimos a elas! As de baixa manutenção são mais fáceis de se lidar, mas e o espírito de aventura, como fica?

3. Mulheres querem amizade, homens querem sexo


Harry fala, com toda a propriedade do mundo, que nenhum homem consegue ser amigo de uma mulher atraente sem querer levá-la para a cama. E complementa: o mesmo acontece com as amigas não tão atraentes. Isso até tem um fundo de verdade, mas é preciso de muita maestria para conquistar a menina, depois de ter passado pela fronteira do "melhores amigos". Lembre-se que, se bem-sucedido, as coisas podem não ser mais as mesmas depois de uma noite lancinante de amor e a amizade tem grandes chances de morrer. Se mal-sucedido também!

4. Seus amigos só querem saber se você fez uma mulher miar

Essa é uma característica típica do mundo masculino que o filme aborda em uma de suas cenas mais hilariantes: Harry desabafa todos seus sentimentos a seu melhor amigo, interpretado pelo (infelizmente) já falecido Bruno Kirby, e este só fica deslumbrado com o fato do primeiro ter feito uma mulher miar na cama. Mais macho, impossível!

5. Mulheres sabem fingir o orgasmo

E não adianta você sair dizendo que sabe reconhecer quando é fingimento porque muitas vezes o desempenho delas merece um Oscar. O melhor nesses casos é manter um diálogo aberto e sincero com a menina em relação ao que cada um gosta na intimidade. E não a provoque muito ou ela simula um orgasmo em uma lanchonete lotada, tal qual a Sally!

6. Mulheres ficam horrorizadas quando o primeiro encontro é ruim

Sally vive um inferno quando sai com um cara que lá pelas tantas arranca um fio de cabelo dela para usar como fio dental! E aí não tem perdão. Se a primeira saída com a gata for ruim, ela provavelmente não te dará muita chance para um repeteco, mas...

7.Homens fazem sexo, mesmo se o encontro for ruim

Já Harry sai com uma menina antipática, sem um pingo de senso de humor, que ainda o leva a um restaurante etíope (o que o faz comentar:"ué, existe comida na Etiópia? Vai ser um jantar rápido. Peço dois pratos vazios e vamos embora"). Mesmo assim, ele dorme com ela. Aí está mais uma particularidade dos homens: vale ir para a cama com a menina mesmo que ela não valha à pena. Depois é só esquecê-la!

8. Encontros à escura podem ser uma roubada
Harry quer apresentar seu amigo Jess à Sally. Já Sally quer apresentar sua amiga Marie a Harry. O encontro em dois casais acaba com Jess e Marie saindo juntos e se casando! Então cuidado quando alguém disser que tem a pessoa perfeita para você. Se não investigar muito bem antes, você pode acabar sozinho, frustrado e provavelmente bêbado.

9. O grande problema com as mulheres

Segundo Harry, é o tempo que elas querem ficar abraçadas depois do sexo, que varia entre 30 segundos e noite toda. Nessas horas é importante pesquisar exatamente o que ela vai querer para não ter que escutar depois o quão insensível (ou grudento) você é.

10. Todo casal tem uma história

O filme todo é entrecortado com casais idosos contando como se conheceram (as historinhas, aliás, eram reais, os casais não). Essa talvez é a maior coisa de um relacionamento: se lembrar depois do primeiro momento que você a viu e sentiu que queria ficar com ela por um bom tempo.

A famosa cena do orgasmo fake:




Impagável é a velhinha do lado dizendo "eu quero o mesmo que ela pediu!".


Aviso: tire as crianças da sala!Ahahah!

Retirado daqui

Bjkssss

Ly
► Leia mais...

Pirocóptero

segunda-feira, 20 de setembro de 2010


O primeiro pirulito “voador” fabricado no Brasil


Quem nunca teve um que foi parar no telhado? Ehehehe!



O pirulito era redondinho no sabor de tutti frutti, e seu diferencial era que ele também virava um brinquedo.

Quando comprávamos o pirulito, junto vinha uma pequena hélice de plástico, que era para ser afixada no palitinho de plástico após o pirulito ser chupado. Haviam várias cores destas hélices.

O brinquedo simples era uma sensação super divertida nas brincadeiras, as crianças disputavam qual hélice voava mais alto, ficava mais tempo no ar ou ia mais longe.

Para tal, ela era colocada entre as mãos para haver o movimento de fricção para frente e para trás até soltarmos o brinquedo e este voar como se fosse as hélices de um helicóptero, daí o nome de Pirocóptero.

A maioria das crianças nem ligavam muito para o pirulito, o gostoso era brincar.




Bjks sabor tutti fruti (como o Pirocóptero),

Ly
► Leia mais...

Amar é...

domingo, 19 de setembro de 2010


Álbum de Figurinhas Amar É… Editora Abril, 1982. 



Foi uma grande mania colecionar as figurinhas do casal nudista. Tinha um concurso para se criar uma frase de amor. 



Os prêmios? Carros Fiat 0 Km, jóias da H. Stern, aparelhos de som System 96 da Gradiente, TVs a cores Sharp 20 , Autoramas da Estrela e bicicletas Caloi Sprint 10.
► Leia mais...

A mulher mais linda do Brasil era homem

sábado, 18 de setembro de 2010



Em 1984, Roberta Close foi a vedete do carnaval carioca. Foi a partir dessa época que se sucederam as inúmeras aparições na imprensa, pode-se dizer que o auge do sucesso aconteceu quando a revista Playboy estampou-a na capa da edição de maio de 1984. Pela primeira vez na história do periódico, a principal atração não era uma belíssima mulher, mas um "homem". A chamada da capa da revista era: "Incrível. As fotos revelam por que Roberta Close confunde tanta gente". Entretanto, conforme cita o jornal virtual Último Segundo, "esse homem era na verdade uma belíssima mulher transexual, e a revista obviamente não mostrou fotografias da sua genitália". Foi também capa das revistas Ele & Ela, na edição 184 (setembro de 1984), Manchete, Sexy, Amiga e Contigo.








O sucesso que Roberta fez foi tal que chegou a inspirar uma revista de quadrinhos eróticos, na qual a personagem principal era uma travesti muito bonita. Nas décadas de 80 e 90, Roberta apareceu nos maiores programas de entrevista da mídia brasileira: Fantástico, Faustão, Hebe Camargo, Gugu, Goulart de Andrade, entre outros.


Polêmica com Erasmo Carlos

Existe uma polêmica de que a música Close  de Erasmo Carlos teria sido feita para Roberta. O músico nega a relação alegando que a música seria para o grupo Roupa Nova, contando a história de uma mulher maravilhosa andando pela praia mas enganando todo mundo pelo fato de ser travesti. O título original da música era para ser Vira de Lado, que seria só mais uma coincidência. O título final acabou sendo Close pela idéia de que o narrador da música estava focando seus olhos para o travesti, ou seja, dando um close. Coincidência ou não, a música foi lançada no auge do sucesso de Roberta Close (que foi a protagonista do clipe), e, inegavelmente, a transexual foi a principal responsável pelo seu estouro nas rádios, tornando a canção o primeiro sucesso de Erasmo Carlos em mais de uma década.




International programmes and campaigns

Na minha opinião tá muito claro que a canção era pra Roberta Close mesmo! Afinal, a parte que diz "não fossem o gogó e os pés..." entrega né?

Bjks,
Ly
► Leia mais...

Seguidores